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Haas F1 Team

Haas F1 Team é mais uma equipe de Fórmula 1 criada sob o nome de algum piloto decadente (Gene Haas) e que por não ter nenhum contato direto com fábricas e montadoras está fadado a ser uma mera equipe intermediária que não incomoda os melhores carros do grid.

Após o fracasso da US F1 Team que sequer estreou na temporada de 2010, afinal norte-americanos são proibidos na Formula 1 pois todos tem medo que eles comecem a colocar dezenas de pistas ovais no campeonato, a Haas F1 Team dos Estados Unidos superou todos obstáculos jurídicos, culturais e econômicos para conseguir sua estreia na Fórmula 1

Índice

HistóriaEditar

Preparação (2015)Editar

 
Primeira pintura conceitual da Haas.

A equipe é basicamente um grande monstro de Frakestein feito por várias partes de equipes mortas, criado a partir dos restos mortais deixado pela falência da Marussia em 2014, peças resgatadas de um museu da antiga Jaguar Racing, e o nome foi elaborado após uma intrincada pesquisa na Wikipédia que descobriu que em 1985 existiu uma equipe chamada Halls Lollo, patrocinado pelas empresas das balas Halls e do chocolate Lollo, mas que faliu e ninguém comprou os direitos pelo seu nome, então foi criado a Halls F1, que devido a direitos autorais teve que ficar como Haas F1.

Após a falência da HRT, da Caterham, da Marussia e da Lotus F1, todos estavam muito céticos acerca do possível sucesso de mais uma equipe independente, mas com uma gestão inovadora, a equipe soube bem administrar os restos desenterrados do ferro-velho e criar carros de baixo custo, mas que claro jamais teriam qualquer chance de vitória, mas o objetivo não era esse.

Temporada 2016Editar

 
Estreia em grande estilo da Haas na Austrália em 2016. O carro feito de latão quase reduziu a rival McLaren à pó.

A equipe estreou em 2016 com a contratação de grandes pilotos especialistas em açougaria, o francês Romain Grosjean e o mexicano Esteban Gutiérrez. Com esta dupla a quantidade de ferro velho produzido por corrida seria garantido, e as economias da equipe sempre estariam em ordem. Não decepcionou, e logo no primeiro GP da Austrália, quase que uma Haas em sua lentidão destrói a McLaren de Fernando Alonso.

Inicialmente a equipe surpreendeu a todos, marcou pontos nas duas primeiras provas. Mas logo a coisa normalizou e os pilotos passaram a terminar atrás do décimo e se consolidar como mais uma equipe meramente inútil que só vence a Manor e Sauber.

Temporada 2017Editar

Em 2017, a equipe demitiu o açougueiro mexicano e contratou um açougueiro dinamarquês: Kevin Magnussen. Em quase todas as corridas brigam com a Sauber, STR, Renault e McLaren para ver quem vai ser a lanterninha, além de continuarem produzindo muito ferro velho com as batidas.

Temporada 2018Editar

Em 2018, a equipa americana começou por poupar dinheiro e quando os carros iam às boxes, os mecânicos apertavam os pneus à mão o que não correu bem na primeira corrida na Austrália. A frustração do chefe de equipa Gunther Steiner que distribuiu chapadas a toda a gente fez com que o erro não volta-se a ocorrer.

Entretanto na pista, o Ferrari pintado de branco até se safou muitas vez e conseguiu um bom resultado que poderia ter sido muito melhor se o Grosjean não tivesse acertado em tudo o que é carro e parede e depois a culpa é do Ericsson tendo a equipa italiana americana acabado em 5º lugar.